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Sou mortal, logo sou: a memória enlutada e a política do luto em Jacques Derrida
Martha Bernardo
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Martha Bernardo
- Revista
- Griot : Revista de Filosofia
- Edição
- 24 / 1
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.31977/grirfi.v24i1.3654
- Páginas
- 106-123
- Idioma
- pt
2024Martha Bernardo. Sou mortal, logo sou: a memória enlutada e a política do luto em Jacques Derrida. Griot : Revista de Filosofia, v. 24, n. 1, p. 106-123, 2024.3
Nosso objetivo é apresentar uma leitura sobre a questão do luto na obra de Jacques Derrida. Essa questão intervém desde seus primeiros escritos, num embate com Edmund Husserl até sua obra tardia, em que ressaltaremos o diálogo com Martin Heidegger. Sem pretender esgotar a questão, buscamos investigar: 1) como o luto constitui intimamente, para Derrida, o que se denomina o “humano”, concorrendo para a formação da sua subjetividade, marca de uma etapa na história da vida; 2) os aspectos ético-políticos que atravessam a questão do luto, por meio dos temas da memória e da herança.
