Artigos
SUBJETIVIDADE EMPÍRICA E TRANSCENDENTAL NO TRACTATUS DE WITTGENSTEIN
João Vergílio Gallerani Cuter
Artigo
Ver fonte original- Autor
- João Vergílio Gallerani Cuter
- Revista
- Philósophos - Revista de Filosofia
- Edição
- 8 / 1
- Ano
- 2007
- DOI
- 10.5216/phi.v8i1.3206
- Idioma
- pt
2007João Vergílio Gallerani Cuter. SUBJETIVIDADE EMPÍRICA E TRANSCENDENTAL NO TRACTATUS DE WITTGENSTEIN. Philósophos - Revista de Filosofia, v. 8, n. 1, 2007.1
A relação nome–objeto, no Tractatus, exige a atuação de uma vontade. Um sujeito deve “escolher” qual objeto associar a um nome dado. Essa escolha não pode ser descrita – não pode ser um fato no interior do mundo. Do mesmo modo, o sujeito não pode ser um objeto, nem um estado de coisas. Ele deve permanecer fora do mundo, em seus limites lógicos. Ele está conectado ao “quê”, mas não ao “como” – aos objetos, e não aos fatos. É por isso que o sujeito lógico é o portador do ”elemento ético”, e contempla o mundo sub specie aeterni.
