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TELA DESCONSTRUCIONISTA: ARQUIVO E MAL DE ARQUIVO A PARTIR DE JACQUES DERRIDA

Dirce Eleonora Nigro Solis

Autor
Dirce Eleonora Nigro Solis
Revista
Revista de Filosofia Aurora
Edição
26 / 38
Ano
2014
DOI
10.7213/aurora.26.038.AO.10
Páginas
373-389
Idioma
pt
2014Dirce Eleonora Nigro Solis. TELA DESCONSTRUCIONISTA: ARQUIVO E MAL DE ARQUIVO A PARTIR DE JACQUES DERRIDA. Revista de Filosofia Aurora, v. 26, n. 38, p. 373-389, 2014.1

Considerando os vários sentidos da palavra "tela" em português, tela como resultante do entrelaçamento de fios, tela como tecido, tela de cinema ou de televisão, quadro pintado, ou como questão (o assunto, a notícia “em tela”), pretendo trazer à discussão o despojamento de Jacques Derrida ao propor, sob o prisma da desconstrução, o deslocamento do velho conceito de arquivo para uma noção de arquivo aberta a possibilidades imprevisíveis. Para tanto, seu entendimento do que ele chamou de “impressão freudiana”, sua interpretação da pulsão de morte como “mal de arquivo”, nos colocará em contato com uma espécie de revolução “arquiviolítica” nos textos de toda ordem, em especial o texto psicanalítico e as artes.