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Tempo e Eternidade sob a perspectiva do Uno em Melisso de Samos e do Devir kierkegaardiano no Interlúdio de Migalhas Filosóficas
Humberto Araújo Quaglio de Souza
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Humberto Araújo Quaglio de Souza
- Revista
- PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA
- Edição
- 2 / 4
- Ano
- 2012
- DOI
- 10.26694/pensando.v2i4.685
- Páginas
- 50-68
- Idioma
- pt
2012Humberto Araújo Quaglio de Souza. Tempo e Eternidade sob a perspectiva do Uno em Melisso de Samos e do Devir kierkegaardiano no Interlúdio de Migalhas Filosóficas. PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA, v. 2, n. 4, p. 50-68, 2012.2
No pensamento dos filósofos pré-socráticos da escola eleata, mais especificamente nos fragmentos da obra de Melisso de Samos, é possível constatar a importância da idéia do Uno, corolário da negação do devir nos argumentos que o referido pensador grego expõe. Em sua obra Migalhas filosóficas, e mais especificamente no Interlúdio, Søren Kierkegaard, sob o pseudônimo Johannes Climacus, questiona a idéia de necessidade do passado e expõe argumentos sobre o devir que podem ser lidos como antítese do pensamento do supracitado pensador grego. Tais idéias conduzem a concepções distintas de tempo e eternidade.
Palavras-chave:
