Artigo
Ver fonte original- Autor
- Maria da Glória Bordini
- Revista
- Veritas (Porto Alegre)
- Edição
- 41 / 162
- Ano
- 1996
- DOI
- 10.15448/1984-6746.1996.162.35837
- Páginas
- 339-347
- Idioma
- pt
1996Maria da Glória Bordini. TEMPO E NARRATIVA. Veritas (Porto Alegre), v. 41, n. 162, p. 339-347, 1996.1
A palestra versa sobre a noção de tempo na antiguidade clássica e na modernidade e sua presença na narrativa literária, explorando as posições de Aristóteles e Paul Ricoeur sobre o modo como o discurso poético organiza o tempo físico. Para tanto, parte do modo fundamental de registro do tempo: o histórico, apoiado na experiência e na memória e secundado pelos sistemas sígnicos e pelos aparelhos ideológicos, e examina as transformações que a concepção de tempo sofre ao integrar uma narrativa literária nos seus dois planos compositivos: o da fábula e o do emedo. São utilizados como textos-modelo fragmentos de um episódio da Ilíada, de Homero e de um capítulo do Ulisses, de Joyce.
