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TEORIA CRÍTICA, INDÚSTRIA CULTURAL 2.0 E O PRECONCEITO NA INTERNET

Felipe Sampaio de Freitas, Carlos Henrique Hildebrando dos Santos

Autor
Felipe Sampaio de Freitas, Carlos Henrique Hildebrando dos Santos
Revista
PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília
Edição
11 / 22
Ano
2022
DOI
10.26512/pl.v11i22.42047
Páginas
85 - 110
Idioma
pt
2022Felipe Sampaio de Freitas, Carlos Henrique Hildebrando dos Santos. TEORIA CRÍTICA, INDÚSTRIA CULTURAL 2.0 E O PRECONCEITO NA INTERNET. PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília, v. 11, n. 22, p. 85 - 110, 2022.1

A proposta central deste artigo é a de refletir a questão do preconceito contemporâneo e sua reprodução na internet, seguindo os espólios teóricos de dois grandes expoentes da primeira geração da teoria crítica, a saber, Adorno e Horkheimer. Entendendo que a análise de ambos os autores, em torno do preconceito, ocorre no contexto do antissemitismo nacional-socialista e do surgimento de outras ideologias totalitárias, nossa metodologia se insere em uma articulação teórica entre textos dos autores, os quais refletem esse tema e sua possível disseminação através da estereotipia de comportamentos reproduzidos pelos operadores da Indústria Cultural. O resultado dessa investigação nos ajuda não apenas a pensar como discursos de ódio vinculados a diferentes mídias, sobretudo a internet, produzem e reproduzem comportamentos preconceituosos nocivos socialmente, como também podemos remanejar certas metodologias analíticas para frear o fenômeno social em questão, apostando na emancipação dos sujeitos.