- Autor
- Pedro Henrique Magalhães Queiroz
- Revista
- Lampejo - Revista Eletrônica de Filosofia
- Ano
- 2021
- Idioma
- pt-BR
Se o leitor buscar, aqui, um artigo convencional, há de perdoar-me, pois o presente escrito é fragmentário por demais, um mosaico temático que pode chegar a borrar a boa vista de um leitor acurado. Se houver alguma boa vontade em buscar elementos que propiciem o pensar e a crítica, então estaremos em sintonia; caso não exista tal boa vontade, concedo-lhe a seguinte sinopse: tratamos de literatura e risco, de um poeta estranhíssimo chamado Augusto dos Anjos, fazemos uma deriva poético-filosófica para chegar ao significado que Marx dá ao enunciado “o morto tolhe o vivo” e, assim, chegarmos ao diagnóstico terminal do humanismo entubado numa sala de emergência. Machado de Assis lhes diria: “se te agradar, fino leitor, pago-me da tarefa; se te não agradar, pago-te com um piparote, e adeus”.
