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TOUCHING HANDS

Donn Welton

Autor
Donn Welton
Revista
Veritas (Porto Alegre)
Edição
45 / 1
Ano
2000
DOI
10.15448/1984-6746.2000.1.35047
Páginas
83-102
Idioma
pt
2000Donn Welton. TOUCHING HANDS. Veritas (Porto Alegre), v. 45, n. 1, p. 83-102, 2000.1

Face às afirmações da fenomenologiade que todo ato de consciência é intencionalna estrutura, há a dificuldade de caractertzaraquela que temos em nossa vida mental. Senosso conhecimento é produzido somentenuma segunda ordem de atos de reflexão queatingem o objeto, que parece ser exigido pelanoção de intencionalidade, então somos presade um infinito retorno de atos reflexos. Husserl,contudo, sustenta que nosso conhecimento éimediato e direto (Secção II). Ele discrtmina istoa partir de uma subseqüente e reflexiva análisemas equivocadamente cleduzida de que aprecepção como refletida é transparente eadequada (secção III e IV). Isto nos leva àquestão da natureza do pré-reflexivo conhecimentode si mesmo. Husserl afirma que talmodalidade de contato é de tal maneira queeste conhecimento depende de uma reflexiva(não reflectiva) conexão entre a mão, porexemplo, e o objeto tocado (Secção V). Quandoo toque se torna referencial e a mão que toca éa mão tocada, o conhecimento está inevitavelmentearraigado na vida (Leib) e tem o efeitode deslocar os elementos da teorta fenomenológicade Kant e Descartes na análise fenomenológica(Secção VI).