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Unicidade e Comunidade: a Recepção de M. Stirner em L’homme Révolté de Albert Camus
José Luis PÉREZ
Artigo
Ver fonte original- Autor
- José Luis PÉREZ
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 36 / 3
- Ano
- 2013
- DOI
- 10.1590/S0101-31732013000300005
- Páginas
- 53-68
- Idioma
- pt
2013José Luis PÉREZ. Unicidade e Comunidade: a Recepção de M. Stirner em L’homme Révolté de Albert Camus. Trans/Form/Ação, v. 36, n. 3, p. 53-68, 2013.3
O presente artigo pretender estudar a recepção da filosofia de Max Stirner por Albert Camus em L’Homme révolté, nomeadamente a partir da articulação entre dois conceitos centrais nos pensamentos de ambos os autores: revolta e revolução. Num momento conclusivo, e com base na leitura comparativa entretanto desenvolvida, é proposta uma aferição da validade das objecções feitas pelo ensaísta franco-argelino à filosofia stirneriana, em particular no que à questão da comunidade e unicidade diz respeito.
Palavras-chave:
