- Autor
- Renata de Figueiredo Summa
- Revista
- Revista Ética e Filosofia Política
- Edição
- 1 / 10
- Ano
- 2018
- DOI
- 10.34019/2448-2137.2007.17847
- Idioma
- pt
24 de abril de 1915. Seiscentos intelectuais armênios são presos em Istambul e divididos em dois grupos. Cada um segue para cidades distintas, mas o destino é o mesmo: a morte. Esse não foi o primeiro ato cometido pelos Jovens Turcos contra a minoria armênia do Império Otomano e nem será o último. Estima-se que 1,5 milhão de armênios foram mortos entre 1915 e 1918 no episódio que ficou conhecido como o primeiro genocídio cometido por um Estado moderno. Apesar dos documentos e testemunhos recolhidos ao longo dos anos, a Turquia continua negando o genocídio. Mas a pressão internacional em torno deste assunto cresce e a comunidade armênia tem esperança de ver, em breve, o reconhecimento do genocídio pela Turquia. Enquanto isso, vozes armênias se pronunciam para pedir justiça e contar memórias que estão vivas dentro de cada um deles.
