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Wille e Willkür: uma análise e uma interpretação na filosofia de Kant

Draiton Gonzaga de Souza, Keberson Bresolin

Autor
Draiton Gonzaga de Souza, Keberson Bresolin
Revista
Veritas (Porto Alegre)
Edição
64 / 1
Ano
2019
DOI
10.15448/1984-6746.2019.1.32160
Páginas
e32160
Idioma
pt
2019Draiton Gonzaga de Souza, Keberson Bresolin. Wille e Willkür: uma análise e uma interpretação na filosofia de Kant. Veritas (Porto Alegre), v. 64, n. 1, p. e32160, 2019.1

Ao longo de sua trajetória filosófica, Kant aprofundou e esclareceu os conceitos de vontade (Wille) e arbítrio (Willkür). Ambos os conceitos são fundamentais para a compreensão da possibilidade da liberdade, seja ela interna ou externa. O filósofo racional usa os conceitos de Wille e Willkür desde a Kritik der reinen Vernunft, mas será apenas na obra tardia da Metaphysik der Sitten (1798) que os conceitos ganharam precisão semântica dentro do sistema da metafisica da liberdade. Em virtude disso, iremos percorrer as obras críticas kantianas desde a Kritik der reinen Vernunft até a Metaphysik der Sitten para verificar as “diferentes” formulações dos conceitos vontade e arbítrio e, finalmente, considerar aquela que melhor se afigura plausível consoante uma leitura sistemática da obra de Kant.