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“À cabeceira do Estado jaz o crânio de um parente morto”: a figura do soberano em território necropolítico
Luis Thiago Freire Dantas
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Luis Thiago Freire Dantas
- Revista
- Griot : Revista de Filosofia
- Edição
- 21 / 1
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.31977/grirfi.v21i1.2138
- Páginas
- 283-300
- Idioma
- pt
2021Luis Thiago Freire Dantas. “À cabeceira do Estado jaz o crânio de um parente morto”: a figura do soberano em território necropolítico. Griot : Revista de Filosofia, v. 21, n. 1, p. 283-300, 2021.3
O presente artigo analisa a necropolítica como pano de fundo da ação militar em regiões periféricas do Brasil. Com isso, propomos um aprofundamento conceitual acerca do termo necropolítica e uma análise de sua atuação no território brasileiro, exemplificada a partir de notícias divulgadas por jornais eletrônicos entre os anos de 2017 e 2020. Para isso, a figura do soberano será tomada à luz da articulação entre vida e linguagem, pois com a expectativa de pacificar a sociedade, uma série de discursos são produzidas com a intenção de fundamentar a imagem do inimigo e justificar a produção de territórios de mortes.
Palavras-chave:
