A cartografia como um caminho possível ao pesquisar na educação matemática: Algumas pesquisas do Coletivo Cronopies+
Heinrich da Solidade Santos, Jorge Isidro Orjuela Bernal, Wanderson Rocha Lopes, Jeimy Marcela Cortes Suarez, Ronilce Maira Garcia Lopes
- Autor
- Heinrich da Solidade Santos, Jorge Isidro Orjuela Bernal, Wanderson Rocha Lopes, Jeimy Marcela Cortes Suarez, Ronilce Maira Garcia Lopes
- Revista
- Prometeica - Revista de Filosofía y Ciencias
- Edição
- 31 / 1
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.34024/prometeica.2024.31.19501
- Páginas
- 369-379
- Idioma
- pt
A seguinte proposta explora e discute as potências da Cartografia como caminho metodológico no desenvolvimento de pesquisas em Educação Matemática voltadas para o trabalho junto a diferentes grupos que, em muitos casos, além de se encontrarem em diversas situações de vulnerabilidade e negligência social – tomados em sua potência de vida –, não estão vinculados necessariamente a espaços de formação acadêmica formal ou informal, como a escola ou universidade. Para isso, iniciamos com uma apresentação geral das pesquisas de doutorado realizadas por cinco integrantes do grupo de pesquisa Coletivo Cronopies+ (cronopiando.org) e, além disso, convidamos os participantes da sessão para visitar a primeira Casa de Hip Hop do Brasil em Diadema/ SP, a qual se constitui como um dos cenários que compõem o trabalho de campo de uma das pesquisas apresentadas. As pesquisas que compartilhamos involucram o trabalho junto uma casa de cultura Hip Hop em Piracicaba/São Paulo (SP), uma aldeia indígena Guarani-Kaiowá em Coronel Sapucaia/Mato Grosso do Sul (MS), uma escola itinerante de um acampamento do Movimento Sem Terra em Porecatu/ Paraná (PR), uma escola de assentamento rural em Nova União/ Rondônia (RO) e três coletivos que operam com gênero na região de Rio Claro/ SP. A construção desta proposta, pauta-se metodologicamente na Cartografia, uma vez que a discussão visa a produção do campo destas pesquisas e propomos um “trabalho de campo”.
