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A “COMPULSÃO DA IDENTIDADE”: A CRÍTICA DE HABERMAS AO HEGELIANISMO FRAKFURTIANO
Arthur Grupillo
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Arthur Grupillo
- Revista
- Prometeus - Journal of Philosophy
- Edição
- 34
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.52052/issn.2176-5960.pro.v12i34.14601
- Idioma
- pt
2021Arthur Grupillo. A “COMPULSÃO DA IDENTIDADE”: A CRÍTICA DE HABERMAS AO HEGELIANISMO FRAKFURTIANO. Prometeus - Journal of Philosophy, n. 34, 2021.1
O objetivo deste artigo é explicitar a crítica de Habermas a Adorno no ensaio Pré-história da subjetividade e auto-afirmação selvagem, e a Marcuse, no ensaio Arte e revolução em Herbert Marcuse, ambos apresentados como “perfis filosófico-políticos”. A explicitação desta crítica tem, como pano de fundo, as objeções de Habermas a Hegel, e tem a vantagem de deixar ver como se reconfiguram, nelas, a relação entre identidade e reconciliação, verdade e liberdade.
