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A ESCOLA SUBSISTE A UM MUNDO COLONIZADO? REFLEXÕES FILOSÓFICAS ACERCA DA CONSTRUÇÃO DO SUJEITO POLÍTICO NO CONTEXTO ESCOLAR

Débora dos Santos Góis Gondim, Karoline Torres Ferreira Sabry Monroe

Autor
Débora dos Santos Góis Gondim, Karoline Torres Ferreira Sabry Monroe
Revista
Revista Helius
Edição
6 / 1
Ano
2025
Idioma
pt
2025Débora dos Santos Góis Gondim, Karoline Torres Ferreira Sabry Monroe. A ESCOLA SUBSISTE A UM MUNDO COLONIZADO? REFLEXÕES FILOSÓFICAS ACERCA DA CONSTRUÇÃO DO SUJEITO POLÍTICO NO CONTEXTO ESCOLAR. Revista Helius, v. 6, n. 1, 2025.4

O texto que se apresenta reflete um dos colapsos da existência humana: a perversidade da ideologia colonial que perpassa pela singularidade, direito e liberdade de seres humanos. Estes escolhidos para serem destituídos de seus corpos, culturas, saberes e humanidade. Á vista disso, consideramos que a escola aparece como um espaço de experiência política no sentido de confirmação da pluralidade humana; de questionamento de práticas de manipulação, perpetuadas por décadas entre as relações humanas; de pensar o mundo sob diversas perspectivas, e de abandonar o caráter simplório formativo da escola, para o de propiciadora de experiências vivas. Nesse sentido, questionar a desumanização pela colonização, racismo e demais formas perversas de exclusão e de estranhamento humano, recai junto a uma reflexão da escola como espaço de ação política. Nossa compreensão, sugere que os saberes docentes também são colonizados necessitando transformar-se em discussões de mundos, ampliando o debate sobre a ação e experiência política do ser humano, visto que consideramos a escola como um dos principais cenários do exercício da decolonialidade.