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A EXCEÇÃO COMO REGRA DA EXPERIÊNCIA POLÍTICA: : UMA ANÁLISE ENTRE WALTER BENJAMIN, GIORGIO AGAMBEN E PAULO ARANTES
Pedro Henrique Magalhães Queiroz
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Pedro Henrique Magalhães Queiroz
- Revista
- Polymatheia - Revista de Filosofia
- Edição
- 13 / 23
- Ano
- 2021
- Páginas
- 11-19
- Idioma
- pt
2021Pedro Henrique Magalhães Queiroz. A EXCEÇÃO COMO REGRA DA EXPERIÊNCIA POLÍTICA: : UMA ANÁLISE ENTRE WALTER BENJAMIN, GIORGIO AGAMBEN E PAULO ARANTES. Polymatheia - Revista de Filosofia, v. 13, n. 23, p. 11-19, 2021.3
O presente artigo refaz um percurso de Walter Benjamin a Giorgio Agamben e deste a Paulo Arantes. O seu motivo está em uma antiga colocação de Walter Benjamin, em suas teses Sobre conceito de história (1940): “A tradição dos oprimidos nos ensina que o ‘estado de exceção’ em que vivemos é na verdade a regra geral”. É a partir desse apontamento que retomamos as contribuições do filósofo italiano Giorgio Agamben em seu projeto sobre o homo sacer, assim como de um pensador brasileiro, Paulo Arantes, e sua compreensão acerca de um estado de sítio mundial no qual estamos inseridos.
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