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A função do mito nos direitos humanos: um programa de estudo sobre a performatividade do discurso jurídico
Manoel Uchoa, Stefano Toscano
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Manoel Uchoa, Stefano Toscano
- Revista
- Revista Ágora Filosófica
- Edição
- 15 / 2
- Ano
- 2015
- DOI
- 10.25247/P1982-999X.2015.v1n2.p89-111
- Páginas
- 89-111
- Idioma
- pt
2015Manoel Uchoa, Stefano Toscano. A função do mito nos direitos humanos: um programa de estudo sobre a performatividade do discurso jurídico. Revista Ágora Filosófica, v. 15, n. 2, p. 89-111, 2015.1
O mito é uma fala. Segundo Roland Barthes, há uma forma de significação que constitui o cotidiano das relações sociais na medida em que seu significado é esvaziado em prol da repetição de seu significante. Nessa repetição, a teoria dos atos de fala tratadas por Jacques Derrida expõem a possibilidade de criticar o processo de violência mítica que institui o direito e suas formas de enunciação. Pretende-se analisar de que forma é possível identificar uma injunção entre Direito, mito e violência na constituição dos Direitos Humanos na modernidade.
