- Autor
- Regina Steffen
- Revista
- Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211]
- Edição
- 3 / 6
- Ano
- 2019
- Idioma
- pt-BR
A liberação sexual iniciada em meados do século passado, embora fosse um subproduto do movimento contra a guerra do Vietnã, implantou-se de modo definitivo, tendo mudado a moral sexual de todo o mundo, quase sem exceção. O lema da contracultura - “faça amor, não faça a guerra” -, convocava ao prazer na cama e não no campo de batalha e, no entanto, acabou por fomentar a guerra dos sexos a que assistimos na contemporaneidade. Qual o alcance das revoluções sociais? Em se tratando do desejo sexual, será suficiente abordá-lo através do socius? Qual a diferença entre o sujeito do inconsciente de que trata a psicanálise e o sujeito social em sua dimensão psicológica? Qual contribuição a psicanálise tem a oferecer ao tratamento do impasse do desejo? Destas questões, trataremos aqui.
