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A (in)eficácia da formação dos magistrado brasileiros em direitos humanos e controle de convencionalidade

José Henrique Rodrigues Torres

Autor
José Henrique Rodrigues Torres
Revista
Filosofia e Educação
Edição
12 / 2
Ano
2020
DOI
10.20396/rfe.v12i2.8660986
Idioma
pt
2020José Henrique Rodrigues Torres. A (in)eficácia da formação dos magistrado brasileiros em direitos humanos e controle de convencionalidade. Filosofia e Educação, v. 12, n. 2, 2020.2

A pesquisa que fundamenta este artigo investiga a eficácia dos cursos de formação em direitos humanos e controle de convencionalidade ministrados pela ENFAM e Escolas judiciais e verificar se os magistrados estão aplicando as normas de DDHH e realizando o controle de convencionalidade. A pesquisa apresenta resultados de um estudo sobre as sentenças proferidas em Campinas, de 2015 a 2019, verificando a abordagem ou referências feitas nessas decisões sobre “direitos humanos” e “controle de convencionalidade”. Foram verificadas todas as sentenças proferidas em 33 varas judiciais. Os resultados indicam que as Escolas judiciais devem ampliar, intensificar e aprofundar o seu compromisso ético, estético e político de formação para garantir a dignidade humana e os direitos humanos no sistema jurisdicional.