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A LINGUAGEM E A EXPERIÊNCIA DA EXPERIÊNCIA: BLANCHOT E BENJAMIN ENTRE O PRIMEIRO ROMANTISMO ALEMÃO E O SURREALISMO FRANCÊS
Anna Luiza Andrade Coli
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Anna Luiza Andrade Coli
- Revista
- PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA
- Edição
- 5 / 9
- Ano
- 2015
- DOI
- 10.26694/pensando.v5i9.2889
- Páginas
- 96-123
- Idioma
- pt
2015Anna Luiza Andrade Coli. A LINGUAGEM E A EXPERIÊNCIA DA EXPERIÊNCIA: BLANCHOT E BENJAMIN ENTRE O PRIMEIRO ROMANTISMO ALEMÃO E O SURREALISMO FRANCÊS. PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA, v. 5, n. 9, p. 96-123, 2015.3
O presente trabalho tem o objetivo de trazer para o debate filosófico aquilo que movimentos literários como o primeiro romantismo alemão e o surrealismo francês, através de seus diferentes métodos de escrita e de compreensão da realidade, tomaram como a ‘experiência’ capaz de fundar uma nova atitude literária e de levar a noção tradicional de experiência ao seu limite. Para tanto, recorremos às reflexões de Maurice Blanchot e Walter Benjamin como forma não apenas de legitimar essa aproximação mas também de propor, juntamente com Derrida, uma espécie de reflexão política sobre essa experiência-limite tomada como linguagem.
