Artigo
Ver fonte original- Autor
- Marcos Roberto Nunes Costa
- Revista
- ARARIPE — REVISTA DE FILOSOFIA -
- Edição
- 2 / 1
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.56837/Araripe.2021.v2.n1.782
- Páginas
- 104-115
- Idioma
- pt
2021Marcos Roberto Nunes Costa. A metafísica do Bem na Filosofia da Natureza de Santo Agostinho. ARARIPE — REVISTA DE FILOSOFIA -, v. 2, n. 1, p. 104-115, 2021.2
Partindo do princípio judaico-cristão de que Deus, ser único, mediante um ato livre de amor, criou todas as coisas a partir do nada (criação ex nihilo), Santo Agostinho defende que no universo físico, criado e governado por Deus, não há espaço para a desordem ou imperfeição (o mal), mas que a natureza é perfeitamente ordenada e harmoniosa, não havendo senão o bem, de forma que em Agostinho, existir, ser e bem são sinônimos. Já o suposto mal físico, ou a imperfeição no universo, não passa de uma ausência ou privação do bem, que acontece não como ser, mas como não ser.
Palavras-chave:
