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A natureza autoerótica da alma humana na teoria platônica de éros
Jéssyca Aragão de Aragão de Freitas
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Jéssyca Aragão de Aragão de Freitas
- Revista
- Argumentos - Revista de Filosofia
- Edição
- 32
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.36517/Argumentos.16.32.93229
- Páginas
- 243-251
- Idioma
- pt
2024Jéssyca Aragão de Aragão de Freitas. A natureza autoerótica da alma humana na teoria platônica de éros. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 32, p. 243-251, 2024.1
O artigo propõe uma análise integrada da concepção antropológica desenvolvida por Platão no diálogo Banquete e no livro IV da República, na qual o filósofo proclama o desejo como uma dýnamis originária da natureza humana, que atua como impulso vital e determinante na psyché humana. Essa abordagem não apenas aprofunda nossa compreensão da dinâmica interna e das motivações fundamentais do ser humano, mas também está em consonância com a defesa de um autoerotismo da alma humana.
Palavras-chave:
