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A UTOPIA E O TUPI: BRASIL COMO FATO ESTÉTICO

Imaculada Maria Guimarães Kangussu

Autor
Imaculada Maria Guimarães Kangussu
Revista
Revista Ideação
Edição
1 / 52
Ano
2025
DOI
10.13102/ideac.v1i52.12365
Páginas
13-31
Idioma
pt
2025Imaculada Maria Guimarães Kangussu. A UTOPIA E O TUPI: BRASIL COMO FATO ESTÉTICO. Revista Ideação, v. 1, n. 52, p. 13-31, 2025.1

O artigo apresenta “Brasil” como fenômeno estético. Em primeiro lugar, mostrando como o termo “Brasil”, com diversas variações, referia-se a um lugar paradisíaco, a uma utopia, desde o século VI, em numerosas lendas e mitos. Havia o nome, de um topos imaginário, à procura de aplicação. Em seguida, na época das grandes navegações do século XVI, veremos o encanto provocado pela natureza das novas terras – incluindo a natureza humana – nos primeiros europeus aqui chegados e, com isso, novamente, o estabelecimento das relações entre “Brasil” e utopia. Por fim, apresentaremos a reapropriação estética do elo entre o Brasil e as utopias realizada por Oswald de Andrade.