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ALEGORIA E FACIES HIPPOCRATICA DA HISTÓRIA: algumas notas a partir de Origem do Drama Barroco Alemão, de Walter Benjamin
Lucas Melo Souza
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Lucas Melo Souza
- Revista
- PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília
- Edição
- 10 / 20
- Ano
- 2022
- DOI
- 10.26512/pl.v10i20.38754
- Páginas
- 207 - 218
- Idioma
- pt
2022Lucas Melo Souza. ALEGORIA E FACIES HIPPOCRATICA DA HISTÓRIA: algumas notas a partir de Origem do Drama Barroco Alemão, de Walter Benjamin. PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília, v. 10, n. 20, p. 207 - 218, 2022.1
No presente artigo se esboçam algumas notas sobre os conceitos de alegoria e história que atravessam o livro Origem do drama barroco alemão, de Walter Benjamin. O objetivo dessas notas é conferir inteligibilidade à passagem críptica e esotérica que se consagrou como emblema da teoria benjaminiana da alegoria, ali definida por referência a uma certa feição hipocrática da história. Busca-se mostrar que o escrutínio desse par conceitual no livro sobre o Trauerspiel permite decifrar uma definição que se fecha hermeticamente em si mesma ao recolocar, no registro da conceituação filosófica, o procedimento artístico alegórico que deveria, no entanto, ser determinado.
