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Arqueologia do officium: eichmann, o funcionário e a banalidade da catástrofe: intersecções de G. Agamben e H. Arendt
Castor Mari Martín Bartolomé Ruiz
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Castor Mari Martín Bartolomé Ruiz
- Revista
- Philósophos - Revista de Filosofia
- Edição
- 23 / 1
- Ano
- 2018
- DOI
- 10.5216/phi.v23i1.49991
- Páginas
- 197-242
- Idioma
- pt
2018Castor Mari Martín Bartolomé Ruiz. Arqueologia do officium: eichmann, o funcionário e a banalidade da catástrofe: intersecções de G. Agamben e H. Arendt. Philósophos - Revista de Filosofia, v. 23, n. 1, p. 197-242, 2018.3
Este ensaio desenvolve um estudo, a partir da obra de G. Agamben, sobre a arqueologia do ofício e as implicações ético-políticas do modo de subjetivação do funcionário. O funcionário age a partir do dever de oficio, separando, nessa ação, a responsabilidade pessoal da eficiência da ação. Ao agir como funcionário não atua em nome próprio, mas age em nome de outro, para o qual se transfere toda responsabilidade ética da ação funcional. Eichmann apresenta-se como o modelo de funcionário que cumpriu o dever de sua função, independentemente de suas convicções pessoais a respeito da catástrofe humana que provocou.
