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Autenticidade: entre socialização e embriaguez

José Pedro Luchi

Autor
José Pedro Luchi
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
15
Ano
2016
DOI
10.36517/Argumentos.8.15.19131
Idioma
pt
2016José Pedro Luchi. Autenticidade: entre socialização e embriaguez. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 15, 2016.1

Este artigo confronta diferentes aspectos do conceito de autenticidade. Ch. Taylor vê autenticidade como construção da própria originalidade subjetiva que implica sempre uma referência aos valores sociais e investiga também suas raízes culturais e seus riscos. Sua elaboração conceitual do ideal da autenticidade inclui a guinada expressivista e sua ampliação a todas as camadas sociais. A proposta não é de rejeição do ideal da autorrealização, mas de resgate de suas melhores promessas. C. Menke, inspirando-se em Nietzsche, pensa a criatividade artístico-existencial, tematizando o conceito estético de força, que acena para as fontes pré-sociais do que é novo. O Bem completo, para Menke, deve conjugar tanto a inserção nas regras sociais como a energia de forças associais.