Criminalization and self-control as "ruse of the conscious will" for Eduard von Hartmann
Ignace Haaz
- Autor
- Ignace Haaz
- Revista
- Voluntas: Revista Internacional de Filosofia
- Edição
- 3 / 1
- Ano
- 2012
- DOI
- 10.5902/2179378634002
- Páginas
- 122-142
- Idioma
- en
Leis criminais existem para punir pessoas de acordo com suas infrações, quando há um culpado errado alguém deveria ser criminalizado e punido. Uma distintiva voz moral: o erro criminal que nós não encontramos além é revelado e qualquer investigação ética normativa o deveria mostrar, conforme uma específica categoria axiológica e moral relacionadas a tais más condutas. Por que não supor uma gênese inconsciente nas faculdades sensíveis, por que há uma constituição do que o homem é, ensinada através da história? Edward von Hartmann pensa que o papel normativo das funções de autocontrole acontece através de diferentes princípios morais. Isto é válido também em crimes éticos. Pensando o processo que começa a ser moralmente relevante, o criminoso é moralmente apresentado como “artimanha da vontade consciente”: pré eticamente, por específicos intintos psicológicos e, metafisicamente, pela formação do caráter.
