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Deleuze, a literatura e a cidade

Maria Helena Lisboa

Autor
Maria Helena Lisboa
Revista
Kalagatos
Edição
14 / 1
Ano
2021
DOI
10.23845/kalagatos.v14i1.6242
Páginas
25-35
Idioma
pt
2021Maria Helena Lisboa. Deleuze, a literatura e a cidade. Kalagatos, v. 14, n. 1, p. 25-35, 2021.3

Para Deleuze o homem se apresenta não como uma forma estática (identidade, imitação, mímesis), mas como um devir, uma zona de vizinhança, de indiscernibilidade ou de indiferenciação, a ponto de não poder distinguir-se de uma mulher, de um animal ou de uma molécula. O devir é sempre um entre – é um ser entre dois estados, duas formas, sem que ele mesmo seja uma forma. O objetivo do texto é cotejar os agenciamentos que o filósofo promove com a literatura e articular com uma ética da cidadania.