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DERRIDA E BERMAN – A TRADUÇÃO COMO ESPAÇO DE CRÍTICA

Juliana Cecci Silva

Autor
Juliana Cecci Silva
Revista
Prometeus - Journal of Philosophy
Edição
10 / 24
Ano
2017
DOI
10.52052/issn.2176-5960.pro.v10i24.7179
Idioma
pt
2017Juliana Cecci Silva. DERRIDA E BERMAN – A TRADUÇÃO COMO ESPAÇO DE CRÍTICA. Prometeus - Journal of Philosophy, v. 10, n. 24, 2017.1

Na esteira da reflexão tradutológica de Friedrich Schleimacher (1768-1834) e de Walter Benjamin (1892-1940), o tradutor e teórico francês Antoine Berman (1942-1991) tornou-se um importante expoente das atuais reflexões na área de Estudos da Tradução ao fazer da tradução um espaço de crítica às tradicionais abordagens logocêntricas dessa teoria/prática; ao fazer dela, assim como o fez Jacques Derrida (1930-2004) na Filosofia, um espaço que possibilita a reformulação dessa relação com o Outro e com tudo que isso pode trazer à superfície do texto traduzido. Diante dessa evidente proximidade com a perspectiva de Jacques Derrida (1930-2004), gostaríamos, no presente trabalho, de mostrar algumas associações entre seus trabalhos.