Artigo
Ver fonte original- Autor
- Vilmar Debona
- Revista
- Sofia
- Edição
- 7 / 2
- Ano
- 2019
- DOI
- 10.47456/sofia.v7i2.20773
- Páginas
- 82-93
- Idioma
- pt
2019Vilmar Debona. Destino e fatalismo em Schopenhauer. Sofia, v. 7, n. 2, p. 82-93, 2019.1
Investigo a noção schopenhaueriana de destino e os dois tipos de fatalismo especificados pelo filósofo, o demonstrável e o transcendente, para, em seguida, considerá-los ante a aposta na ideia geral de uma sabedoria de vida, e vice-versa. Como seria possível admitir, por exemplo, o papel da sabedoria, referente à capacidade de o indivíduo conduzir a vida do modo mais agradável e prudente possível, no horizonte de uma filosofia que especula sobre a atuação de um destino e de um fatalismo, que tudo poderiam determinar na vida deste mesmo indivíduo? Haveria espaços concomitantes e não conflitivos para estes dois componentes no interior da filosofia schopenhaueriana? Ou se trataria de uma aporia?
