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DIS-PENSAR O DIREITO OCIDENTAL: REFLETINDO SOBRE REDES DE SENTIDO A PARTIR DA FORMALIZAÇÃO JURÍDICA DO TRABALHO
Flavia Almeida Pitta
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Flavia Almeida Pitta
- Revista
- Revista Ideação
- Edição
- 1 / 35
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.13102/ideac.v1i35.1876
- Idioma
- pt
2017Flavia Almeida Pitta. DIS-PENSAR O DIREITO OCIDENTAL: REFLETINDO SOBRE REDES DE SENTIDO A PARTIR DA FORMALIZAÇÃO JURÍDICA DO TRABALHO. Revista Ideação, v. 1, n. 35, 2017.1
O texto procura refletir, a partir de conceitos desenvolvidos pelo filósofo Laurenio Sombra, (rede de sentidos e constituição dos sujeitos), e da noção de colonialidade do poder do sociólogo peruano Aníbal Quijano, os efeitos da colonialidade do poder sobre o Direito brasileiro. Para isso, parte-se de um problema concreto específico: a formalização jurídica, no contexto brasileiro, de coletivos de trabalhadores da Economia Popular e Solidária, que desvela o descompasso entre a identidade de tais sujeitos coletivos e a identidade jurídica que o modelo ocidental-capitalista de Direito lhes impõe.
