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Do Golpe Militar a Instalação do 28º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC): à ditadura civilmilitar na capital nacional do carvão (1964 -1977)

João Henrique Zanelatto, Janete Trichês, Carlos Renato Carola

Autor
João Henrique Zanelatto, Janete Trichês, Carlos Renato Carola
Revista
Antíteses
Edição
9 / 17
Ano
2016
DOI
10.5433/1984-3356.2016v9n17p200
Páginas
200-221
Idioma
pt
2016João Henrique Zanelatto, Janete Trichês, Carlos Renato Carola. Do Golpe Militar a Instalação do 28º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC): à ditadura civilmilitar na capital nacional do carvão (1964 -1977). Antíteses, v. 9, n. 17, p. 200-221, 2016.4

A cidade de Criciúma foi durante várias décadas conhecida como a “capital nacional” do carvão mineral. Foi também conhecida pela forte organização dos trabalhadores das minas de carvão. Com o golpe militar de 1964 centenas de cidadãos criciumenses (ou que viviam na região carbonífera) foram presos pela ditadura acusados de comunistas, e de conspiração contra a “revolução”. Assim, o presente escrito buscou estudar como se processou o golpe em Criciúma, as tentativas de resistências, em especial no âmbito de atuação do sindicato dos mineiros e na rádio difusora. Buscou abordar a atuação da Operação Barriga Verde e por fim apontar para as preocupações dos setores dominantes da cidade, particularmente a relação dos mineradores com os trabalhadores, culminando com a instalação do GAC 28º - Grupo de Artilharia de Campanha - em 1977.