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“Dos Coxos” (III, 11) de Michel de Montaigne
Equipe de Tradução do Grupo "Oficinas de Tradução da UFPR", Cinelli Tardioli Mesquita
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Equipe de Tradução do Grupo "Oficinas de Tradução da UFPR", Cinelli Tardioli Mesquita
- Revista
- Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211]
- Edição
- 5 / 11
- Ano
- 2021
- Idioma
- pt-BR
2021Equipe de Tradução do Grupo "Oficinas de Tradução da UFPR", Cinelli Tardioli Mesquita. “Dos Coxos” (III, 11) de Michel de Montaigne. Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211], v. 5, n. 11, 2021.1
O ensaio “Dos Coxos”, de Michel de Montaigne, foi selecionado após a constatação da necessidade de textos para o trabalho com epistemologia. Nesse texto, Montaigne destaca a emergência do ceticismo para combater a vaidade dogmática que colocava em risco a vida humana em decorrência da pretensa “caça às bruxas” feita pela Inquisição. “Para matar as pessoas é preciso uma clareza luminosa e limpa sobre seus atos; e nossa vida é demasiadamente real e essencial para servir de garantia a esses acontecimentos sobrenaturais e fantásticos”, disse o filósofo. Para acompanhar toda a argumentação do humanista, convidamos o leitor à leitura integral do texto.
