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El Dispositivo Biopolítico de mejoramiento humano del siglo XXI: poder molecular sobre la vida y producción de nuevas subjetividades

Daniel Gihovani Toscano López

Autor
Daniel Gihovani Toscano López
Revista
Revista de Filosofia Aurora
Edição
34 / 61
Ano
2022
DOI
10.7213/1980-5934.34.061.DS12
Idioma
es
2022Daniel Gihovani Toscano López. El Dispositivo Biopolítico de mejoramiento humano del siglo XXI: poder molecular sobre la vida y producción de nuevas subjetividades. Revista de Filosofia Aurora, v. 34, n. 61, 2022.1

Esta reflexão propõe que as Tecnologias de Melhoramento Humano (TMh), no século XXI, se erigem em um dispositivo biopolítico de poder molecular sobre a vida do indivíduo e da espécie humana, que se estrutura tanto pelos mecanismos de Infogeração e Infogeração quanto de linhas de visibilidade, enunciação, força, objetivação e subjetivação. Essa biopolítica incipiente do poder molecular, cujo alvo de intervenção são os meandros da vitalidade e a finalidade de produzir a vida artificialmente, gera pelo menos três efeitos: sobre a subjetividade, o corpo e a saúde, levantando questões importantes para a bioética e o biodireito. Inicialmente, traçamos os apontamentos característicos do Dispositivo Biopolítico de Valorização Humana (DBMh). Em seguida, abordamos o modo como o DBMh constrói formas inéditas de subjetividade, ao mesmo tempo em que estabelece novas e diferentes concepções do corpo humano e da saúde. Na parte final, delineia-se um modelo estratigráfico para leitura de fenómenos associados à TMh em que a bioética, a biopolítica e o biodireito se articulam num modelo de geometria variável.