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<em>EPISTÉME</em> E <em>GNÔSIS</em>, CIÊNCIA E SABEDORIA: ACERCA DA DISTINÇÃO ENTRE CONHECIMENTO E COMPREENSÃO NO PENSAMENTO DE JUVENTUDE DE NIETZSCHE

Gustavo Bezerra do Nascimento Costa

Autor
Gustavo Bezerra do Nascimento Costa
Revista
Philósophos - Revista de Filosofia
Edição
16 / 2
Ano
2011
DOI
10.5216/phi.v16i2.15257
Páginas
DOI: 10.5216/phi.v16i2.15257
Idioma
pt
2011Gustavo Bezerra do Nascimento Costa. <em>EPISTÉME</em> E <em>GNÔSIS</em>, CIÊNCIA E SABEDORIA: ACERCA DA DISTINÇÃO ENTRE CONHECIMENTO E COMPREENSÃO NO PENSAMENTO DE JUVENTUDE DE NIETZSCHE. Philósophos - Revista de Filosofia, v. 16, n. 2, p. DOI: 10.5216/phi.v16i2.15257, 2011.2

A partir de uma leitura da crítica perpetrada pelo jovem Nietzsche à vontade de conhecimento que perpassa a modernidade – particularmente com relação às distinções por ele operadas entre: a) duas posturas diante da realidade: o otimismo teórico e o pessimismo trágico; b) dois tipos de homem: o teórico e o artista; e c) duas espécies de filosofia e filósofos: do conhecimento desesperado e do conhecimento trágico – procuraremos defender, como chave de leitura para o período de O Nascimento da tragédia, a presença de uma distinção gnosiológica de alcance mais amplo, entre duas formas de acesso ao real: via conhecimento e via compreensão – ἐπιστήμη [epistéme] e γνῶσις [gnôsis] –, conduzindo respectivamente aos alvos da ciência e da sabedoria. A guisa de conclusão, pretendemos mapear pistas da continuidade desta distinção no pensamento nietzscheano da maturidade.