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“Equidade universal, humanidade, razão activa”. J. G. Herder sobre a paz perpétua
Fernando M. F. Silva
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Fernando M. F. Silva
- Revista
- Estudos Kantianos [EK]
- Edição
- 6 / 1
- Ano
- 2018
- DOI
- 10.36311/2318-0501.2018.v6n1.01.p107
- Idioma
- pt
2018Fernando M. F. Silva. “Equidade universal, humanidade, razão activa”. J. G. Herder sobre a paz perpétua. Estudos Kantianos [EK], v. 6, n. 1, 2018.1
O texto “Para a Paz Perpétua. Um ensaio filosófico”, que Kant colige em 1795, constitui um importante marco na linha de formação do pensamento político, ético e antropológico do grande filósofo; uma linha de formação que há muito se vinha anunciando, mais ou menos veladamente, em algumas Lições de Antropologia (1772-1796), ou em textos como “Ideia para uma História Universal num Propósito Cosmopolita” (1784), ou “Sobre o Dito Comum: isso pode ser Verdadeiro na Teoria, mas não vale para a Prática” (1793), e que é definitivamente trazida à palavra justamente no texto de 1795.
