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Eu puro e empatia segundo Edith Stein

Joel Gracioso, Maria Cecilia Isatto Parise

Autor
Joel Gracioso, Maria Cecilia Isatto Parise
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
18
Ano
2018
DOI
10.36517/Argumentos.2017.18.31028
Idioma
pt
2018Joel Gracioso, Maria Cecilia Isatto Parise. Eu puro e empatia segundo Edith Stein. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 18, 2018.1

Na investigação da vivência sui generis da empatia Edith Stein utiliza o conceito do Eu puro com um triplo propósito: (1) Demonstrar que a análise dessa vivência se dá no campo da investigação pura, que sempre se reporta aos dois polos da consciência: subjetivo (noesis) e objetivo (noema); (2) Diferenciar a abordagem fenomenológica do ato empático de outras abordagens feitas no campo empírico (abordagem genética, psicológica, moral, ética etc.); (3) Destacar que apesar de a capacidade de apreender a vivência alheia ser constitutiva do sujeito, o Eu sempre reconhece o fluxo que pertence à sua ipseidade e o diferencia por meio da alteridade.