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Família como “ser-corpo”: esboços para uma “encarnação” a partir da fenomenologia existencial de Gabriel Marcel

José Luis Sepúlveda Ferriz

Autor
José Luis Sepúlveda Ferriz
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
16 / esp
Ano
2024
DOI
10.36517/Argumentos.16.esp.93553
Páginas
221-232
Idioma
pt
2024José Luis Sepúlveda Ferriz. Família como “ser-corpo”: esboços para uma “encarnação” a partir da fenomenologia existencial de Gabriel Marcel. Argumentos - Revista de Filosofia, v. 16, n. esp, p. 221-232, 2024.1

O que queremos nos perguntar neste ensaio é se na busca de sentido pela existência concreta, a família como “ser-corpo”, como ser-sujeito de relações e de estreitamento de vínculos, contribui ou não com a identificação entre sentido e vida. A família faz parte desta busca por sentido na existência humana? O pensamento sobre a família é, neste caso concreto, mais heurístico do que técnico e se aproxima a uma análise existencial e fenomenológica, a partir da situação concreta e original em que cada família se forja, se descobre e se projeta na realidade concreta da existência. Para isso refletirmos a partir da fenomenologia existencial de Gabriel Marcel, concretamente na sua obra Homo Viator, o conceito de família como “ser-corpo” como possibilidade de esboços para uma encarnação.