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Fragilidade da ação e realismo trágico em Arendt: um diálogo com Nietzsche

Alfons C. Salellas

Autor
Alfons C. Salellas
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
22
Ano
2019
DOI
10.36517/Argumentos..22.39914
Páginas
162-176
Idioma
pt
2019Alfons C. Salellas. Fragilidade da ação e realismo trágico em Arendt: um diálogo com Nietzsche. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 22, p. 162-176, 2019.1

Existe um realismo trágico no plano de fundo de todo o pensamento arendtiano, que corresponde à sua forma de lidar com a fragilidade das questões práticas que se colocam entre os homens, sem renunciar – muito pelo contrário – à ação. Através da sua afinidade nietzschiana, busco evidenciar aquela que acredito ser a postura intelectual base de toda a reflexão político-filosófica de Hannah Arendt, que não é unicamente um subentendido, mas que aparece explícita em muitos momentos da sua produção.