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Franklin Leopoldo e Silva intérprete de Bergson. A inefabilidade da duração e a tensão imanente ao discurso filosófico
Débora Morato Pinto
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Débora Morato Pinto
- Revista
- Discurso
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.11606/issn.2318-8863.discurso.2024.224529
- Páginas
- 160-189
- Idioma
- pt-BR
2024Débora Morato Pinto. Franklin Leopoldo e Silva intérprete de Bergson. A inefabilidade da duração e a tensão imanente ao discurso filosófico. Discurso, p. 160-189, 2024.4
Intencionamos aqui examinar pontos nodais da interpretação de Bergson apresentada na obra Bergson: Intuição e discurso filosófico, de Franklin Leopoldo e Silva, a fim de explicitar a originalidade de sua circunscrição do problema da linguagem nessa filosofia que se quer intuitiva. Defendemos que as noções de limite e tensão são mobilizadas pelo autor para demonstrar a relação indissociável entre crítica da discursividade e acesso intuitivo ao absoluto que é duração. Buscaremos ainda mostrar como esse viés interpretativo nos oferece um novo olhar sobre modo particular pelo qual Bergson vincula filosofia e história da filosofia já em sua primeira obra.
