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Freud e o descentramento da subjetividade: o inconsciente como via de recusa consciencialista

Diego Luiz Warmling, Petra Bastone

Autor
Diego Luiz Warmling, Petra Bastone
Revista
Griot : Revista de Filosofia
Edição
23 / 2
Ano
2023
DOI
10.31977/grirfi.v23i2.3270
Páginas
79-98
Idioma
pt
2023Diego Luiz Warmling, Petra Bastone. Freud e o descentramento da subjetividade: o inconsciente como via de recusa consciencialista. Griot : Revista de Filosofia, v. 23, n. 2, p. 79-98, 2023.2

O inconsciente foi a maior contribuição freudiana e passou por reformulações. Da primeira até a segunda tópica, Freud teorizou a respeito de um Eu inconsciente e nada soberano. Nos interessa nesse artigo mostrar como Freud estabelece uma crítica às teorias consciencialistas e qual o caminho percorrido para encontrar um outro caráter para o Eu. Para tanto, mobilizaremos sua teoria do desejo, sendo esta a principal responsável pelo funcionamento do psiquismo. Suporemos que o inconsciente freudiano introduz para a humanidade um modo de lidar com as faltas que, além de não extirpáveis, nos descentram a todo momento.