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Funções do signo e identidade pessoal: o caso da “vida solitária da alma” nas Investigações Lógicas de Husserl

Carlos Diógenes Côrtes Tourinho

Autor
Carlos Diógenes Côrtes Tourinho
Revista
Aufklärung: journal of philosophy
Edição
6 / 3
Ano
2019
DOI
10.18012/arf.2019.48229
Páginas
p.53-62
Idioma
pt
2019Carlos Diógenes Côrtes Tourinho. Funções do signo e identidade pessoal: o caso da “vida solitária da alma” nas Investigações Lógicas de Husserl. Aufklärung: journal of philosophy, v. 6, n. 3, p. p.53-62, 2019.1

O presente artigo aborda o caso da “vida solitária da alma”, no qual falamos “conosco mesmos” fora do discurso comunicativo. O caso em questão é apresentado por Husserl nos parágrafos iniciais da Primeira Investigação de Investigações Lógicas. Primeiramente, o artigo apresenta os sentidos de signo como “indicação” e como “expressão”. Em seguida, aborda o caso do discurso solitário, no qual o signo atua como expressão, mas não como índice. Por fim, supõe que o caso considerado conteria a aceitação do princípio de identidade pessoal que, por sua vez, incorreria no colapso das pessoas do falante e do ouvinte. A denúncia deste colapso nos permitiria reivindicar uma equivalência entre o discurso dialógico e o discurso solitário. Palavras-chaves: Edmund Husserl; Investigações Lógicas; funções do signo; identidade pessoal; vida solitária da alma.