Voltar para Artigos
Artigos

Gestão do conhecimento compartilhável dos stakeholders periféricos em tecnologias generativas: O ecossistema da inovação curricular para instituições de ensino superior

Éverton Aristides Margueiro, Roberto Bazanini, Miguel Eugenio Minuzzi Vilanova, Raquel da Silva Pereira

Autor
Éverton Aristides Margueiro, Roberto Bazanini, Miguel Eugenio Minuzzi Vilanova, Raquel da Silva Pereira
Revista
Prometeica - Revista de Filosofía y Ciencias
Edição
33 / 1
Ano
2026
DOI
10.34024/prometeica.2026.33.21449
Páginas
e21449 (1-21)
Idioma
pt
2026Éverton Aristides Margueiro, Roberto Bazanini, Miguel Eugenio Minuzzi Vilanova, Raquel da Silva Pereira. Gestão do conhecimento compartilhável dos stakeholders periféricos em tecnologias generativas: O ecossistema da inovação curricular para instituições de ensino superior. Prometeica - Revista de Filosofía y Ciencias, v. 33, n. 1, p. e21449 (1-21), 2026.3

O estudo aborda a necessidade de identificar e incorporar habilidades e competências em Tecnologias Generativas (TecGen) nos processos de aprimoramento curricular dos cursos de Ciências Contábeis em Instituições de Ensino Superior (IES), pela crescente demanda do mercado de trabalho e transformação digital. A análise inicial revela que a gestão do conhecimento nas IES brasileiras é restrita aos Stakeholders primários (docentes, discentes e governo), gerando exclusão epistemológica para a Gestão do Conhecimento Compartilhável (GCC) de Stakeholders periféricos (Ministério do Trabalho e Emprego, Empresas de Recolocação e entidades da Sociedade Civil). Propõe-se um Framework para os ciclos de conversão de Socialização, Externalização, Combinação, Internalização (SECI), os modelos Stakeholder Salience e Capitalism, testado em três IES, pelo aumento da participação dos Stakeholders periféricos no processo contínuo de atualização curricular. A pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva, utilizou Análise de Conteúdo em duas etapas: coleta de dados secundários (documentos regulatórios governamentais, de órgãos de classe, sociedade civil e empresas de recolocação), e primários (questionários semiestruturados a docentes, alunos, egressos e profissionais de recolocação). Os resultados indicam que as IES investigadas não aproveitam totalmente os dados de todos os Stakeholders periféricos, evidenciando limitações na aprendizagem docente e na atualização curricular. Como resposta, propõe-se o Modelo Ecossistema da Inovação Curricular, que busca institucionalizar a participação de múltiplos atores em diretrizes técnico-administrativas, éticas e filosóficas, alinhando o processo de formação profissional às nuances exigidas pelo mercado de trabalho.