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HEIDEGGER E A DIMENSÃO ORIGINARIAMENTE TRÁGICA DA FINITUDE EM SUA TEMPORALIDADE HISTÓRICA

Daniel da Silva Toledo

Autor
Daniel da Silva Toledo
Revista
Revista Ideação
Edição
1 / 38
Ano
2018
DOI
10.13102/ideac.v1i38.4293
Páginas
200-216
Idioma
pt
2018Daniel da Silva Toledo. HEIDEGGER E A DIMENSÃO ORIGINARIAMENTE TRÁGICA DA FINITUDE EM SUA TEMPORALIDADE HISTÓRICA. Revista Ideação, v. 1, n. 38, p. 200-216, 2018.1

Tomando por base a filosofia do pensador alemão Martin Heidegger, o presente artigo tem por escopo principal reportar a condição existencial de finitude à dimensão inicial da historicidade do ser delimitada fundamentalmente pela disposição originariamente trágica do ser-no-mundo. Para isso, exploraremos alguns componentes essenciais da ontologia heideggeriana que se nos afiguram como potencialmente trágicos, como os elementos da precariedade e do padecimento, as dinâmicas histórico-existenciais de declínio e de errância do ser, bem como a suspensão de seu sentido último. Com isso, almeja-se, por fim, apontar que a modalidade de ser que corresponde de maneira mais radical à temporalidade histórica do ser-para-a-morte é aquela colocada originariamente em obra pela poesia trágica dos gregos.