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HUME, DAVID. Diálogos sobre a Religião Natural. Tradução de Bruna Frascolla Bloise. Salvador: Edufba, 2016.

Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro

Autor
Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro
Revista
Prometeus - Journal of Philosophy
Edição
10 / 23
Ano
2017
DOI
10.52052/issn.2176-5960.pro.v10i23.6592
Idioma
pt
2017Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro. HUME, DAVID. Diálogos sobre a Religião Natural. Tradução de Bruna Frascolla Bloise. Salvador: Edufba, 2016.. Prometeus - Journal of Philosophy, v. 10, n. 23, 2017.1

Os Diálogos sobre a Religião Naturalestão, certamente, entre as obras mais conhecidas de David Hume. Dividido em doze partes, o texto examina, por meio de um diálogo entre o místico Demea, o deísta Cleantes e o cético Filo, diversos argumentos acerca da existência e da suposta natureza da divindade. Trata-se de publicação que gerou enorme controvérsia. Hume afirma, em carta de 10 de março de 1751 a Sir Gilbert Elliot, que faz de Cleantes “o herói” da história. Ainda, em outra correspondência, remetida em 8 de junho de 1776 a William Strahan, seu editor, Hume pretende convencê-lo a publicar os Diálogos, não sem apresentar a ressalva de que, ainda que o cético seja silenciado ao final, a obra apresenta, antes disso, tópicos que poderiam gerar comoção.