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INGMAR BERGMAN E A FILOSOFIA EXISTENCIAL: NOTAS SOBRE O FRACASSO E A MATURIDADE AMOROSA

Rafael Leopoldo

Autor
Rafael Leopoldo
Revista
Sapere Aude
Edição
7 / 13
Ano
2016
DOI
10.5752/P.2177-6342.2016v7n13p462
Páginas
462-478
Idioma
pt
2016Rafael Leopoldo. INGMAR BERGMAN E A FILOSOFIA EXISTENCIAL: NOTAS SOBRE O FRACASSO E A MATURIDADE AMOROSA. Sapere Aude, v. 7, n. 13, p. 462-478, 2016.1

O presente texto visa analisar a experiência cinematografia de Ingmar Bergman, e principalmente seu filme Monika e o Desejo, como também vários autores da filosofia da existência, para refletir sobre o fracasso e a maturidade amorosa. Com relação à filosofia existencial são salientados os autores Jean-Paul Sartre e Albert Camus. Com relação ao primeiro filósofo aponto, principalmente, a sua visão das relações humanas como conflitivas, a vontade de solidão dos amantes, o ser em abertura para o outro, como também a liberdade. Com relação ao segundo filósofo saliento o seu conceito de “absurdo” e as relações que podem se tornar mecânicas, o mundo que pode desmoronar na perda de sentido. Ao final do texto tento esboçar algumas hipóteses, sobre uma famosa cena deste filme. Trata-se do plano-olhar de Monika que foi comentado por Jean-Luc Godard. É exatamente esta cena o cume sobre estas notas do fracasso e também da maturidade amorosa.PALAVRAS-CHAVES: Filosofia da existência. Fracasso amoroso. Amor. Ingmar Bergman.