- Autor
- Luhan Galvão Alves
- Revista
- Kant e-prints
- Edição
- 19
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.20396/kant.v19i00.8678832
- Páginas
- e024003-e024003
- Idioma
- pt
Seguindo uma linha de discussão aberta por Patricia Kauark-Leite em seu texto Sobre a pluralidade de naturezas: Kant em diálogo com Forster, neste artigo, objetivamos aprofundar um dos pontos da tensa discussão entre Kant (filosofia) e Forster (ciência) no século XVIII, a saber: o direito de um investigador da natureza fazer uso de princípios teleológicos, quando lhe faltam os recursos pela via teórica para avançar o conhecimento. Com esse propósito, buscamos dar ênfase aos termos colocados por Kant no texto Sobre o Uso de Princípios Teleológicos na Filosofia (1788), por entender que a sua parte da discussão traz para o debate uma questão de direito (presente nas discussões da primeira e da terceira Crítica), fundamental a filósofos e cientistas quando empenhados em um diálogo aberto sobre uma forma de conhecimento.
