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LEIBNIZ: A INFINITUDE DIVINA E O INFINITO EM NÓS

Tessa Moura Lacerda

Autor
Tessa Moura Lacerda
Revista
Cadernos Espinosanos
Edição
34
Ano
2016
DOI
10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2016.116945
Páginas
39-63
Idioma
pt-BR
2016Tessa Moura Lacerda. LEIBNIZ: A INFINITUDE DIVINA E O INFINITO EM NÓS. Cadernos Espinosanos, n. 34, p. 39-63, 2016.3

O verdadeiro infinito, afirma Leibniz em seus Novos ensaios, não é um modo da quantidade, é anterior a qualquer composição e não é formado pela adição de partes. O infinito, para Leibniz, é atual e é propriedade de todas as coisas. Como criaturas finitas conhecem o infinito? Neste artigo, investigamos que tipo de relação pode ter o infinito matemático, quantitativo, para o conhecimento da infinitude divida e do infinito atual que existe no mundo. A ordem ideal da matemática instrui sobre a ordem real do mundo? E quais os limites da ordem ideal na explicação do infinito atual que caracteriza Deus e o mundo?