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Linguagem e hermenêutica bíblica na filosofia de Benedictus de Spinoza

Carlos Wagner Benevides Gomes

Autor
Carlos Wagner Benevides Gomes
Revista
Revista DIAPHONÍA
Edição
2 / 1
Ano
2016
DOI
10.48075/rd.v2i1.14643
Páginas
133-168
Idioma
pt
2016Carlos Wagner Benevides Gomes. Linguagem e hermenêutica bíblica na filosofia de Benedictus de Spinoza. Revista DIAPHONÍA, v. 2, n. 1, p. 133-168, 2016.1

Este artigo tem como objetivo expor o problema da crítica à linguagem e da interpretação em Benedictus de Spinoza (1632-1677), filósofo holandês, nas suas demais obras voltadas à ética, à ontologia e à teoria do conhecimento como a Ética, Tratado da Correção do Intelecto, Breve Tratado e outros escritos. Pretendemos mostrar que, mesmo que não sistematizados pelo autor, existem alguns problemas linguísticos e interpretativos fundamentais para a elaboração de seu método racionalista. Portanto, explicitaremos sua hermenêutica bíblica a partir do método histórico-crítico, na obra Tratado Teológico-Político, e de uma gramática da língua hebraica que consagrou Spinoza como um dos primeiros exegetas da modernidade.