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Locke e a educação do magistrado

Christian Lindberg L. do Nascimento

Autor
Christian Lindberg L. do Nascimento
Revista
Griot : Revista de Filosofia
Edição
4 / 2
Ano
2011
DOI
10.31977/grirfi.v4i2.502
Páginas
33-43
Idioma
pt
2011Christian Lindberg L. do Nascimento. Locke e a educação do magistrado. Griot : Revista de Filosofia, v. 4, n. 2, p. 33-43, 2011.3

O objetivo deste texto é delimitar a relação entre educação e política na obra de John Locke, considerando as atribuições que o magistrado exerce. Nesse sentido, detalhar qual a função que o magistrado tem na manutenção dos direitos individuais e quais são as atribuições do poder legislativo e do poder executivo, torna-se necessário. Para tal intuito, iremos expor inicialmente a teoria lockeana da divisão dos poderes; em seguida, demonstraremos que o magistrado deve ser um indivíduo que elabora e execute as leis imparcialmente; e, por fim, relacionar esta argumentação com seus escritos sobre educação. Por ser resultado de uma pesquisa qualitativa e de cunho filosófico empregamos a hermenêutica como metodologia. Consequentemente, o procedimento metodológico adotado foi a análise de texto.